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Coluna – Maurão pode mudar o cenário político de Rondônia; basta querer

Painel Político –

O que falta?

Confúcio Moura teve as contas como prefeito de Ariquemes reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado e como governador, também teve suas contas rejeitadas no mesmo tribunal por dois anos seguidos. Até hoje a Assembleia Legislativa não se manifestou sobre isso, e deveria, afinal Confúcio deve explicações, e muitas sobre seus gastos. Mas, escovado, Confúcio escalou seu fiel escudeiro, Emerson Castro para acalmar Maurão de Carvalho, o único que tem força para resolver, de uma vez, a bagunça que vem sendo armada por Moura e sua turma no Estado.

Falta firmeza

Falta a Maurão se livrar da influência que vem sofrendo por parte de membros do governo, e do MDB, que estão enrolando o presidente da Assembleia desde sempre. Confúcio descumpriu sistematicamente todos os acordos políticos que foram feitos, inclusive o apoio do próprio Confúcio à sua candidatura. Maurão está no MDB como um “visitante”, quando deveria estar como dono da casa. Ele tem mandato, tem o comando do principal poder na estrutura do Estado e permite que fiquem usando sua pré-candidatura como “moeda de troca”.

Protagonista

Maurão se consolidou com uma liderança política de peso desde que saiu da sombra de Ivo Cassol. Vem fazendo uma gestão tranquila como presidente, coisa rara por essas bandas, não se envolveu em escândalos, e mesmo assim vem deixando que outros conduzam o processo. A ausência de Confúcio em pelo menos dois eventos importantes para Maurão comprovam que o governador não dá muita bola para o sonho do deputado de governar Rondônia. Maurão precisa tomar as rédeas de seu futuro político e se colocar como protagonista do jogo, do contrário, vai virar história, e ficar conhecido como o “marido traído”, aquele que todo mundo sabe, mas ele mesmo vendo o vídeo, não acredita na traição.

Game over

O senador Acir Gurgacz foi condenado a quatro anos, seis meses e 228 dias-multa por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, nesta terça-feira pelo Supremo Tribunal Federal. O Senado deverá decidir pela perda de mandato, prevista na sentença, coisa que não tem na condenação de Ivo Cassol. Para Gurgacz, a condenação enterra suas pretensões de disputar o governo. E ele ainda terá que pagar uma multa no valor de 5 salários mínimos/dia de 228 dias (valor vigente à época).

E cabe recurso?

Cabem embargos de declaração e embargos infringentes, mas o próprio STF vem rejeitando sucessivamente esses recursos, que a Corte considera meramente protelatórios. A conclusão, entre publicações, prazos, etc, deve adiar o cumprimento da sentença por alguns meses. De qualquer forma, o prejuízo político para Acir é inegável e complica inclusive a permanência dele dentro do PDT, que vem tentando ser o “mais limpo possível”. E o candidato à presidência do partido, Ciro Gomes, não é chegado a “alisar” políticos condenados quando se trata de críticas. Resta saber como Carlos Lupi vai conduzir esse processo internamente.

“Virou”

Sobre a condenação de Acir, Ivo alfinetou, “ele desejou pra mim uma tornozeleira ou uma cela com grades. Eu não desejo o mal de ninguém, mas ofereço a ele tudo que ele quis dar para mim”, cutucou o senador, desafeto declarado de Gurgacz.

Olha essa

A bancada federal destinou ano passado R$ 150 milhões para os municípios de Rondônia adquirirem equipamentos, como tratores, caminhões, pás carregadeiras, etc. Ainda ano passado o Estado conseguiu licitar as caçambas e o governo federal repassou R$ 30 milhões (serão cinco parcelas de R$ 30 milhões). Mas agora em 2018 começa o problema de verdade.

Explico

Os recursos são para comprar 28 motoniveladoras, 440 tratores de pneus com grade aradora e carreta, 14 escavadeiras hidráulicas, 47 pás carregadeiras, 43 retroescavadeiras, 87 caminhões caçambas traçados e trucados, 4 caminhões de carroceria de madeira, 2 micro ônibus adaptados para cadeirantes e 8 micro ônibus normais. Esses equipamentos devem ser distribuídos entre os 52 municípios, mas a licitação está longe de desenrolar e o mais grave, o governo federal não tem dinheiro e nem tempo devido às eleições. Como não se pode realizar nenhum tipo de ato, como entregas, contratações ou inaugurações nos meses que antecedem as eleições, dificilmente essas compras serão concluídas agora em 2018.

Outro ponto

A bancada federal havia colocado no projeto de compra, para que fosse inserido no edital de licitação, a exigência de que as empresas que vendessem esses equipamentos, tivessem serviços de revenda de peças e manutenção no Estado, o que foi rejeitado pelo governo federal, alegando que isso seria um “direcionamento de licitação”. Como o sistema de compras funciona com “menor preço”, certamente a vencedora será alguma empresa que importa maquinário da China. Preço baixo, qualidade baixa e sem peças de reposição. O resultado, um desastroso pátio cheio de máquinas quebradas em menos de um ano.

E mais

Esses equipamentos se transformam em uma tremenda dor de cabeça para alguns prefeitos, que tem outras prioridades. Nesta quarta-feira, 28, a bancada federal deve se reunir para que cada parlamentar apresente as indicações, definindo para onde vai cada um dos maquinários. A parte da bancada foi feita, o problema está no governo do Estado, que não consegue fazer as licitações e em alguns municípios, que estão inadimplentes. E mesmo que tudo estivesse “ok”, o governo federal não tem o dinheiro para liberar.

E fechando

Michel Temer, ao menos esse ano, deve concentrar todos os esforços na pauta da segurança pública. Nenhuma matéria de interesse do governo está prevista, então os parlamentares não terão uma “moeda de troca” para negociar. Portanto, prefeito que estiver aguardando esse maquinário para 2018, pode começar a buscar outra solução.

Tic-tac

Em 2015, PAINEL POLÍTICO revelou com exclusividade, que o governo do Estado havia desapropriado uma área na margem esquerda do Rio Madeira para doar às famílias que haviam ficado desabrigadas com a enchente de 2014. A área de 40 hectares havia sido comprada 9 meses antes da desapropriação pela bagatela de R$ 60 mil e o governo pagou R$ 4,1 milhões. O processo todo feito administrativamente e o dono era um auditor fiscal do Estado. Pois é, a água está rolando…

Reconhecimento

Recebi nesta terça-feira, das mãos do radialista Fábio Camilo, presidente da Federação Nacional dos Comunicadores, a medalha Abelardo Barbosa (O Chacrinha), que foi entregue a comunicadores do Brasil em um grandioso evento que aconteceu em dezembro de 2017 no Rio de Janeiro. Infelizmente, por compromissos marcados anteriormente, não pude comparecer, mas Fábio fez a gentileza de me entregar. A medalha é o reconhecimento pelo meu trabalho em PAINEL POLÍTICO, que neste ano completa 9 anos. Quero deixar registrado meu agradecimento à Fenacom, uma entidade que vem crescendo em todo país, pela homenagem.

Estudo afirma que para emagrecer tanto faz cortar gordura ou carboidratos

Cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, compararam os efeitos das dietas com redução de carboidrato e de gordura. Mas o que é melhor para emagrecer? Os resultados estão na revista médica “Journal of the American Medical Association” (JAMA).
Segundo os cientistas, quando se fala em redução de peso, as duas opções têm efeitos similares: levam à redução de peso de forma equivalente. Eles também tentaram responder se os níveis de insulina ou algum padrão genético específico poderia prever o sucesso de uma pessoa com uma dieta – e a resposta é não, apesar dos achados ainda precisarem de mais considerações na avaliação dos próprios cientistas. Para o nutrólogo Hélio Osmo, os resultados do estudo são “decepcionantes”, principalmente no que tange à não influência da genética na escolha da dieta. O nutrólogo não esteve envolvido diretamente no estudo, mas analisou os resultados da pesquisa. “Em relação à saúde, o estudo mostrou o que já é conhecido: para baixar o colesterol, melhor uma dieta pobre em gordura. Para diminuir triglicérides, melhor uma dieta baixa em carboidrato”

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FONTE: PAINEL POLÍTICO

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Publicado por » Danny Bueno

Especializado em Jornalismo Político e Investigativo. Está radicado nos Estados de Mato Grosso e Rondônia, construiu a carreira trabalhando para sites, jornais e emissoras de TV de Mato Grosso e Rondônia. É assessor de imprensa, é roteirista, produtor de eventos, compositor, editor de conteúdo, relações públicas, analista político e de marketing social. É filiado à ABRAJI - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. (http://portaldosjornalistas.com.br/jornalista/danny-bueno)

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