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Status: a rede social brasileira que nasce com potencial para enfrentar as gigantes | Gazeta de Rondônia
quarta-feira ,12 dezembro 2018
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Status: a rede social brasileira que nasce com potencial para enfrentar as gigantes

No mais, a rede traz o que já se espera de um grande aplicativo social em 2018: temos aqui a possibilidade de postar conteúdos em texto, imagem, áudio e vídeo, bem como comentar essas postagens também com recursos multimídia

MacMagazine – Começar uma rede social do zero é uma tarefa quase tão difícil quanto ganhar na loteria: basta ver todas as inúmeras tentativas realizadas ao longo da última década e meia e analisar quantas delas chegaram ao topo — dá pra contar todas em duas mãos, ou talvez mais alguns pares se formos considerar as que conquistaram algum sucesso menos arrasador.

Ainda assim, essa montanha de dificuldades não parece assustar o empreendedor Oziel Figueiredo, CEO da desenvolvedora PlugApps. Desde fevereiro, a empresa já disponibiliza gratuitamente nas duas principais lojas de aplicativos do mundo, a App Store e o Google Play, o Status — que, mais do que um app, tem a enorme ambição de se tornar uma alternativa ao Instagram ao entrar no rol das grandes redes sociais do mundo.

Armas não faltam para o Status conseguir o objetivo para lá de megalomaníaco. Em primeiro lugar, o aplicativo é muito bem desenvolvido (também pudera, foi mais de um ano somente em fase de desenvolvimento): um usuário desavisado poderia pensar que está lidando com uma rede social já experiente e com anos de estrada, de tão polidas que são as diferentes áreas do aplicativo. Bugs são basicamente inexistentes, bem como problemas de performance (alô, Facebook) ou travamentos — muito comuns em apps do tipo.

Da mesma forma, a facilidade de uso é elogiável: com uma interface baseada em abas e um menu lateral guardando todas as opções secundárias, é possível localizar-se facilmente pelo ambiente — e, justiça seja feita, boa parte dessa familiaridade pode ser creditada ao fato de que o Status pega emprestados vários paradigmas de design da concorrência, como as postagens em cartões, o botão de chat no canto superior direito e a aba de busca com um recurso de explorar.

A configuração inicial é simplíssima e já põe logo de cara um dos diferenciais do Status perante os gigantes: a possibilidade de o usuário personalizar a experiência e escolher o que quer ver a qualquer momento, com base em uma série de fatores. Inicialmente, você escolhe uma cor (que será a predominante na interface) e alguns temas entre os que lhe interessam, e a rede imediatamente montará um feed de acordo com esses tópicos.

A partir daí, você pode ir ajustando sua experiência no app — é possível escolher ver postagens relacionadas aos temas escolhidos, ver apenas aquilo que as pessoas que você segue postam ou ainda filtrar pessoas em determinadas localidades, vendo as postagens delas; segundo os desenvolvedores, essa ideia pode fomentar o turismo, a aproximação de culturas e dá ao usuário a possibilidade de se conectar com o local, descobrindo pessoas e eventos.

No mais, a rede traz o que já se espera de um grande aplicativo social em 2018: temos aqui a possibilidade de postar conteúdos em texto, imagem, áudio e vídeo, bem como comentar essas postagens também com recursos multimídia; as formas de interação passiva (aqui simbolizadas por uma estrelinha) também estão presentes. Temos também uma área chamada de “Top Stars”, com os usuários mais populares das proximidades, bem como ligações por áudio e vídeo e uma versão própria dos Stories, chamada Moments, com funcionamento semelhante — postagens instantâneas que somem em 24 horas.

Aos que reclamam do fim da ordem cronológica nas postagens em basicamente toda grande rede social do mundo, o Status é um copo d’água no deserto: todos os conteúdos postados são exibidos na ordem em que foram criados. Além disso, ao menos em minha experiência, não houve intrusão de publicidade, o que também é um ponto muito positivo.

Agora, a pergunta que não quer calar: numa perspectiva geral, como o Status se sai na sua proposta? Bom, é difícil dizer enquanto as pessoas não estiverem lá — afinal, nada mais verdadeiro que o clichê que diz que “uma rede social só é tão boa quanto as pessoas que estão nela”.

O aplicativo e a rede têm todos os recursos e a estabilidade necessários para enfrentar os gigantes do universo — de fato, é tudo tão parecido que eu chego a me perguntar se não faltaria algum diferencial, algo que fizesse as pessoas olharem para o Status e pensassem “é disso que eu preciso na minha vida agora”. Se as pessoas vão de fato adotar o app, esse é um mistério que eu não posso responder; você e seus amigos, entretanto, estão mais que convidados a tentar. Quem sabe não começamos daí? 😉

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FONTE: PAINEL POLÍTICO

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Publicado por » Danny Bueno

Especializado em Jornalismo Político e Investigativo. Está radicado nos Estados de Mato Grosso e Rondônia, construiu a carreira trabalhando para sites, jornais e emissoras de TV de Mato Grosso e Rondônia. É assessor de imprensa, é roteirista, produtor de eventos, compositor, editor de conteúdo, relações públicas, analista político e de marketing social. É filiado à ABRAJI - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. (http://portaldosjornalistas.com.br/jornalista/danny-bueno)

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