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STJ começa a julgar desembargador acusado de pedir R$ 60 mil para liberar mercadoria apreendida pela RF

Magistrado é acusado pelo MPF de solicitar dinheiro para proferir decisão favorável à liberação de mercadorias

Corte Especial do STJ começou ontem a julgar AP (626) contra o desembargador do TRF da 1ª região acusado pelo MPF de solicitar R$ 60 mil, quando era juiz Federal, para proferir decisão judicial favorável à liberação de mercadorias apreendidas pela RF. Embora o magistrado não tenha chegado a proferir a decisão, o parquet alegou que teria recebido parte do valor.

O relator, ministro Jorge Mussi, absolveu o denunciado das imputações de corrupção passiva e exploração de prestígio e julgou extinta a punibilidade pela prescrição do crime de quadrilha. Segundo Mussi, o órgão acusador não apontou um único diálogo travado pelo denunciado em que tenha solicitado ou aceitado promessa de vantagem indevida para proferir decisão judicial:

“Não há como se afirmar que tivesse ele conhecimento das conversas em que terceiros tratavam da liberação de mercadorias apreendidas, muito menos que lhes houvesse autorizado a efetuar qualquer negócio escuso em seu nome. Além de não haver proferido a decisão almejada pelo grupo criminoso, a quebra do sigilo bancário não revelou a existência de evolução patrimonial distintas dos ganhos do cargo por ele ocupado, tampouco foram localizados depósitos que pudessem ser reputados ilícitos dentro do período descrito na denúncia.”

Após o voto do relator, no que foi acompanhado pelo ministro Og Fernandes, a ministra Nancy Andrighi pediu vista antecipada.

A defesa do magistrado ficou a cargo do advogado Nelio Machado (Nelio Machado Advogados), a quem o relator Mussi teceu grandes encômios.

O parquet foi representado pelo subprocurador da República Luciano Mariz Maia que chamou a atenção do público presente no auditório pelo vigor com que leu trechos das interceptações telefônicas que baseiam a denúncia – e nas quais os envolvidos falam palavras de baixíssimo calão, como p*** e c***, lidas em alto e bom som.

Processo: AP 626

Fonte: migalhas

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FONTE: PAINEL POLÍTICO

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Publicado por » Danny Bueno

Especializado em Jornalismo Político e Investigativo. Está radicado nos Estados de Mato Grosso e Rondônia, construiu a carreira trabalhando para sites, jornais e emissoras de TV de Mato Grosso e Rondônia. É assessor de imprensa, é roteirista, produtor de eventos, compositor, editor de conteúdo, relações públicas, analista político e de marketing social. É filiado à ABRAJI - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. (http://portaldosjornalistas.com.br/jornalista/danny-bueno)

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